"Acho lamentável o culto a um tipo de jornalismo que alimenta o público com essa avidez do fútil. Há milhões de pessoas cujo único sentido da vida é fiscalizar a vida das celebridades".
Fred 04, vocalista e compositor da banda Mundo Livre S/A
6.4.04
Cheguei louca para colocar aqui uma foto e o porcaria do kit.net nãoo permite mais minha autenticação. Perdi todos os meus arquivos. Que caralho! Eu até poderia colocá-la em tamanho natural, mas é muito grande e vai deixar isso aqui mais pesado do que nunca.

Thogun, Macarrão e Combatente, os três protagonistas e sobreviventes do documentário
Em substituição, coloco o foto do documentário FALA TU que assiti domingo. Confesso que num primeiro momento, achei que fosse mais um diretor querendo ganhar visibilidade através da desgraça alheia. Mas é o tipico documentário antropológico que mostra a vida, a intimidade, o sofrimento, a luta e os sonhos de três cariocas suburbanos, que vivem de sub-empregos mas gostariam mesmo é de sobreviver do rap.
O assunto pode até ser meio batido, mas o diretor consegue assim como as letras de rap, registrar o verdadeiro cotidiano da classe miserável brasileira. Em nove meses de filmagem foi possível registrar as transformações da vida desses personagens e de algumas das pessoas próximas a elas.
Interressante notar que os três personagens são frutos de pais não declarados na certidão de nascimento, ou seja, que não tem histórico de família "burguesa" e estruturada.
O filme aponta aspectos positivos da realidade da periferia em grandes cidades. Determinados, passam por cima de todo e qualquer problema (aqueles já conhecidos das páginas de jornais) - como a perda do emprego, a morte de um parente próximo e as limitações dos serviços que o Estado presta para suas regiões - para atingir seus objetivos: fazer música, o rap, única e verdadeira voz da perifeira.
"Faço rap porque além de gostar muito do estilo musical, é a única música que realmente representa o gueto, o lugar onde vivo. Não como uma forma de protesto, mas como uma crônica do cotidiano sobre o que você é e sobre o que você vê ao seu redor", afirma Macarrão, um dos protagonistas do documentário que sobrevive como apontador do jogo do bicho e que adora o Morro.
Fala Tu contou também com a participação de Mano Brown, Edi Rock, Dj A, Dj Hum, Tito Gomes, DJ Luciano e GM Duda, que produziram o CD com a trilha sonora do filme.

Thogun, Macarrão e Combatente, os três protagonistas e sobreviventes do documentário
Em substituição, coloco o foto do documentário FALA TU que assiti domingo. Confesso que num primeiro momento, achei que fosse mais um diretor querendo ganhar visibilidade através da desgraça alheia. Mas é o tipico documentário antropológico que mostra a vida, a intimidade, o sofrimento, a luta e os sonhos de três cariocas suburbanos, que vivem de sub-empregos mas gostariam mesmo é de sobreviver do rap.
O assunto pode até ser meio batido, mas o diretor consegue assim como as letras de rap, registrar o verdadeiro cotidiano da classe miserável brasileira. Em nove meses de filmagem foi possível registrar as transformações da vida desses personagens e de algumas das pessoas próximas a elas.
Interressante notar que os três personagens são frutos de pais não declarados na certidão de nascimento, ou seja, que não tem histórico de família "burguesa" e estruturada.
O filme aponta aspectos positivos da realidade da periferia em grandes cidades. Determinados, passam por cima de todo e qualquer problema (aqueles já conhecidos das páginas de jornais) - como a perda do emprego, a morte de um parente próximo e as limitações dos serviços que o Estado presta para suas regiões - para atingir seus objetivos: fazer música, o rap, única e verdadeira voz da perifeira.
"Faço rap porque além de gostar muito do estilo musical, é a única música que realmente representa o gueto, o lugar onde vivo. Não como uma forma de protesto, mas como uma crônica do cotidiano sobre o que você é e sobre o que você vê ao seu redor", afirma Macarrão, um dos protagonistas do documentário que sobrevive como apontador do jogo do bicho e que adora o Morro.
Fala Tu contou também com a participação de Mano Brown, Edi Rock, Dj A, Dj Hum, Tito Gomes, DJ Luciano e GM Duda, que produziram o CD com a trilha sonora do filme.
31.3.04
26.3.04
Realmente sou uma blogueira relapsa. Não consigo dar atenção a este espaço como antes. As idéias aparecem, mas muitas vezes eu as deixo de lado. Estou de volta a labuta, mas vir para o trabalho caminhando não tem preço. Isso é ótimo...
Coisas boas tem acontecido. Provavelmente o Má receba uma boa notícia hoje. A ansiedade pelo telefonema dele é grande. O jeito é esperar!
A mais nova blogueira do pedaço: Sista Fran. Tô colocando o endereço aqui sem a permissão dela. Acredito que não tenha problema.
Hoje tem Instituto no SESC Pompéia. Quero muito ver, mas ainda não sei o horário que vou sair do trampo. Se não rolar hoje, provavelmente vou amanhã.
Não queria falar sobre isso, aliás tento não pensar no assunto, mas não conseguimos comprar os ingressos para o Curitiba Pop Festival. Nunca vi tanta desorganização, amadorismo e pilantragem em relação a um show. É sério!! Poxa, achei que dava pra ser independente organizadamente, mas pelo jeito não é assim que as coisas funcionam. Mas é um evento independente?? Acho que estou enganada. Se fosse não traria uma grande banda.
Ah, nada como shows no SESC. Organizados e baratos. Ha e a palhaçada dos caras só venderem na internet ingressos promocionais para os dois dias?? É muita filhadaputagem... Eu por exemplo só iria no sábado. Assim pagaria só uma diária de hotel e deixaria pra ver o Teenage em Sampa. Tudo bem que a diferença é apenas de 20 reais, mas no meu caso vintão encheria meu bucho de comida durante a estadia em Curitiba.
Sem contar o monopólio do show. Assim como no ano passado, me parece que o contrato é exclusivo. Pedido da banda? Eu acho que não. Me cheira a insegurança, assim como a de vender ingressos casados com medo que ninguém prestigie a primeira noite, já que o Teenage tocará em vários outros lugares. E outra, uma banda como Pixies lota um Pacaembu e os caras vendem 3000 lugares lá na puta que pariu. Se pra quem mora na região Norte/Nordeste fica difícil vir até Sampa, imagina ir até Curitiba.
Outra coisa que me deixou puta da vida foi anunciar um horário e vender em outro. Amadorismo total. Engraçado que tem gente fazendo caravana com 5 bumbas (que inclui estadia, ingresso e transporte). Se cada bumba tem 50 lugares isso significa que eles têm 250 ingressos e eu não consegui comprar 3. No Mercado Livre um ingresso vale R$ 1.800,00. Pelo jeito tem gente faturando mais que os péssimos organizadores do evento. Assim espero!
Coisas boas tem acontecido. Provavelmente o Má receba uma boa notícia hoje. A ansiedade pelo telefonema dele é grande. O jeito é esperar!
A mais nova blogueira do pedaço: Sista Fran. Tô colocando o endereço aqui sem a permissão dela. Acredito que não tenha problema.
Hoje tem Instituto no SESC Pompéia. Quero muito ver, mas ainda não sei o horário que vou sair do trampo. Se não rolar hoje, provavelmente vou amanhã.
Não queria falar sobre isso, aliás tento não pensar no assunto, mas não conseguimos comprar os ingressos para o Curitiba Pop Festival. Nunca vi tanta desorganização, amadorismo e pilantragem em relação a um show. É sério!! Poxa, achei que dava pra ser independente organizadamente, mas pelo jeito não é assim que as coisas funcionam. Mas é um evento independente?? Acho que estou enganada. Se fosse não traria uma grande banda.
Ah, nada como shows no SESC. Organizados e baratos. Ha e a palhaçada dos caras só venderem na internet ingressos promocionais para os dois dias?? É muita filhadaputagem... Eu por exemplo só iria no sábado. Assim pagaria só uma diária de hotel e deixaria pra ver o Teenage em Sampa. Tudo bem que a diferença é apenas de 20 reais, mas no meu caso vintão encheria meu bucho de comida durante a estadia em Curitiba.
Sem contar o monopólio do show. Assim como no ano passado, me parece que o contrato é exclusivo. Pedido da banda? Eu acho que não. Me cheira a insegurança, assim como a de vender ingressos casados com medo que ninguém prestigie a primeira noite, já que o Teenage tocará em vários outros lugares. E outra, uma banda como Pixies lota um Pacaembu e os caras vendem 3000 lugares lá na puta que pariu. Se pra quem mora na região Norte/Nordeste fica difícil vir até Sampa, imagina ir até Curitiba.
Outra coisa que me deixou puta da vida foi anunciar um horário e vender em outro. Amadorismo total. Engraçado que tem gente fazendo caravana com 5 bumbas (que inclui estadia, ingresso e transporte). Se cada bumba tem 50 lugares isso significa que eles têm 250 ingressos e eu não consegui comprar 3. No Mercado Livre um ingresso vale R$ 1.800,00. Pelo jeito tem gente faturando mais que os péssimos organizadores do evento. Assim espero!
7.3.04
Estou perdida por aí!
Eu, perdida por aí, acabei caindo por aqui depois de tanto tempo...
Direto da casa nova, que ainda não está organizada, escrevo feliz da vida. Todo esse tempo sem postar foi por milhões de motivos. Arrumação da casa, ter ficado doente - de molho por cinco dias, me sentindo uma inválida. Nada de ficar em pé, fazer força, andar ou qualquer outra coisa. A única coisa que eu podia fazer era ficar deitada. MElhorei e fui pintar/arrumar o apto antigo (o que foi bem estressante).
Agora, em férias, estou curtindo a cidade e minha nova casinha. Cinema, caminhadas, aliviadas com um beck, culinária, passeios, sexo e muita preguiça! OH DELÍCIA!! TRABALHAR PRA QUE????
Volto a estudar na terça. Começo num curso de inglês e quem vai bancar é o trampo. Não podia perder essa oportunidade!!
Ontem andamos o dia todo embaixo de chuva. O centro fica próximo de casa. República, Anhangabaú, São Bento, 25
de Março, Mercadão, Vale do Anhangabaú de novo, Bela Vista e casa. Deu pra doer as pernas, mas caminhar pelo Centro sempre é interessante.
Ouvi coisas como: "Andar por aqui é como enxergar a cidade como antigamente", "Imagina como era nos anos 20 e 30". Ao contrário do que muitos pensam as pessoas gostam do Centro. Acredito que ele só não é mais explorado graças a fama de lugar abandonado e perigoso. Quem anda por ali sabe que não é mais bem assim...
Agora vou me perder por aí... Quando estiver inspirada volto a aparecer por aqui...
PS: 20 dias de férias não passam, VOAM!!!
Eu, perdida por aí, acabei caindo por aqui depois de tanto tempo...
Direto da casa nova, que ainda não está organizada, escrevo feliz da vida. Todo esse tempo sem postar foi por milhões de motivos. Arrumação da casa, ter ficado doente - de molho por cinco dias, me sentindo uma inválida. Nada de ficar em pé, fazer força, andar ou qualquer outra coisa. A única coisa que eu podia fazer era ficar deitada. MElhorei e fui pintar/arrumar o apto antigo (o que foi bem estressante).
Agora, em férias, estou curtindo a cidade e minha nova casinha. Cinema, caminhadas, aliviadas com um beck, culinária, passeios, sexo e muita preguiça! OH DELÍCIA!! TRABALHAR PRA QUE????
Volto a estudar na terça. Começo num curso de inglês e quem vai bancar é o trampo. Não podia perder essa oportunidade!!
Ontem andamos o dia todo embaixo de chuva. O centro fica próximo de casa. República, Anhangabaú, São Bento, 25
de Março, Mercadão, Vale do Anhangabaú de novo, Bela Vista e casa. Deu pra doer as pernas, mas caminhar pelo Centro sempre é interessante.
Ouvi coisas como: "Andar por aqui é como enxergar a cidade como antigamente", "Imagina como era nos anos 20 e 30". Ao contrário do que muitos pensam as pessoas gostam do Centro. Acredito que ele só não é mais explorado graças a fama de lugar abandonado e perigoso. Quem anda por ali sabe que não é mais bem assim...
Agora vou me perder por aí... Quando estiver inspirada volto a aparecer por aqui...
PS: 20 dias de férias não passam, VOAM!!!
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